PESSOAS DO BEM
O grupo "Pessoas do Bem" foi formado meio sem querer, sem nenhum planejamento. Surgiu da boa intenção de unir pessoas amigas em torno de assuntos que propiciem abertura de consciência e crescimento individual , tudo envolto em um clima de muita fraternidade.
Hoje, muitos companheiros foram surgindo e trazendo seus amigos. Vejo que, meio divinamente, nosso grupo está crescendo e expandindo a Luz para aqueles que estejam abertos a conhecê-la e abraçar novos conceitos de vida.
Muito sutilmente, cada pessoa que aprende algo conosco, vai levando esta energia de bem aos lugares que frequenta e espalhando a boa semente no coração das pessoas. Assim age a força do Bem, com gentileza e humildade, porém com um poder por poucos imaginado.
No Pessoas do Bem somos almas livres, ligadas pelo amor maior e assim continuaremos.Não somos vinculados a nenhuma religião e não professamos nenhuma filosofia. Nossos corações e mentes estão abertos ao conhecimento do novo e preparados estão para dissernir o que melhor nos convier. Todos, são bem vindos, sem restrição de sexo, idade ou qualquer discriminação que os homens possam inventar. É só chegar ...
Amor & Luz !
Joelma
Hoje, muitos companheiros foram surgindo e trazendo seus amigos. Vejo que, meio divinamente, nosso grupo está crescendo e expandindo a Luz para aqueles que estejam abertos a conhecê-la e abraçar novos conceitos de vida.
Muito sutilmente, cada pessoa que aprende algo conosco, vai levando esta energia de bem aos lugares que frequenta e espalhando a boa semente no coração das pessoas. Assim age a força do Bem, com gentileza e humildade, porém com um poder por poucos imaginado.
No Pessoas do Bem somos almas livres, ligadas pelo amor maior e assim continuaremos.Não somos vinculados a nenhuma religião e não professamos nenhuma filosofia. Nossos corações e mentes estão abertos ao conhecimento do novo e preparados estão para dissernir o que melhor nos convier. Todos, são bem vindos, sem restrição de sexo, idade ou qualquer discriminação que os homens possam inventar. É só chegar ...
Amor & Luz !
Joelma
sábado, 3 de outubro de 2009
Imprevistos - Texto de Elisabeth Cavalcante (Extraido do site Somos Todos Um)

Os imprevistos constituem uma excelente oportunidade para treinarmos nossa flexibilidade e capacidade de cultivar a tolerância e a paciência. Muitas vezes, quando algo não sai como planejamos, despendemos uma grande quantidade de energia reclamando ou sentindo muita raiva, ao invés de simplesmente focarmos-nos numa maneira de lidar com aquela nova circunstância.
Olhar para a situação e dizer: é isso o que se apresenta agora e minha única atitude neste momento deve ser refletir sobre as alternativas que tenho para resolver a questão, é o melhor meio de evitar que o desequilíbrio assuma o controle.Este é um meio eficaz de nos mantermos conectados com o agora e não nos deixarmos levar pela mente, que sempre insistirá em projetar os problemas que poderão advir daquele imprevisto.
Aliás, a raiva geralmente se apresenta porque passamos a sofrer antecipadamente por conseqüências que podem ou não acontecer, sendo apenas hipóteses possíveis.Ao exercitarmos esta mudança em nossa atitude, surpreendentemente, as soluções costumam se apresentar quase de imediato. Isto porque deixamos vir à tona, naquele momento, uma nova energia, a da serenidade e da confiança na solução dos problemas, em vez de simplesmente alimentarmos a crença de que eles se tornarão insolúveis.
Aceitar as mudanças e os imprevistos com serenidade nos torna integrados de imediato à permanente mutação que rege todos os fenômenos da existência.Esta integração é o caminho mais seguro para a felicidade e a paz.
"Amando o que acontece - Osho
As estações mudam. Às vezes é inverno, às vezes é verão. Se você permanecer sempre no mesmo clima, você se sentirá estagnado. Você precisa aprender a gostar daquilo que está acontecendo. Chamo a isso de maturidade.Você precisa gostar daquilo que já está presente.
A imaturidade é ficar vivendo nos "poderias" e nos "deverias" e nunca vivendo naquilo que "é" - aquilo que "é" é o caso, e o "deveria" é apenas um sonho. Tudo o que for o caso, é bom. Ame isso, goste disso e relaxe nisso.
Quando algumas vezes vier a intensidade, ame-a. Quando ela for embora, despeça-se dela. As coisas mudam... A vida é um fluxo. Nada permanece o mesmo; às vezes há grandes espaços e às vezes não há para onde se mover. Mas as duas coisas são boas, ambas são dádivas da existência.
Você deveria ser grato, reconhecido por tudo o que acontece. Desfrute o que for. É isso que está acontecendo agora. Amanhã poderá mudar, então desfrute aquilo. Depois de amanhã algo mais poderá acontecer. Desfrute-o.Não compare o passado com as fúteis fantasias futuras. Viva o momento. Às vezes é quente, às vezes é muito frio, mas ambos são necessários; de outro modo, a vida desapareceria. Ela existe nas polaridades".
Osho, A Rose is a Rose is a Rose is a Rose.
Elisabeth Cavalcante é Taróloga, Astróloga, Consultora de I Ching e Terapeuta Floral.
Elisabeth Cavalcante é Taróloga, Astróloga, Consultora de I Ching e Terapeuta Floral.
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Auto Ajuda
domingo, 13 de setembro de 2009
As Quatro Loucuras da Sociedade por Roberto Shinyashiki

"Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?" Shinyashiki: "A sociedade quer definir o que é certo. São quatro as Loucuras da sociedade:
* A primeira é instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
* A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
* A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.
* Por fim, a quarta loucura: Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz: "Doutor, não me deixe morrer. "Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz". Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
Segue o teu destino, rega as tuas plantas, ama as tuas rosas. O resto é a sombra das árvores alheias."
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